Depois do casamento a gente dá uma segurada: um estudo qualitativo sobre o papel das uniões e dos filhos no comportamento de saúde masculino
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Palabras clave

Comportamento de saúde
Homens
Casamento
União
Paternidade

Cómo citar

Firmino, B. D. R., Zanatta Coutinho, R., & Verona, A. P. de A. (2021). Depois do casamento a gente dá uma segurada: um estudo qualitativo sobre o papel das uniões e dos filhos no comportamento de saúde masculino. Revista Latinoamericana De Población, 16, e202215. https://doi.org/10.31406/relap2022.v16.e202215

Resumen

No Brasil, pouco se sabe sobre como e em que medida as uniões e o nascimento dos filhos estão associados à saúde masculina ou vice-versa. O presente artigo visa identificar mecanismos pelos quais os eventos ligados à formação de família atuam na transformação ou manutenção de comportamentos de saúde (alimentação, consumo excessivo de bebida alcoólica, tabagismo e direção perigosa) de homens de 25 a 39 anos, além de identificar agentes de regulação e controle na saúde desses homens. Foram realizadas 20 entrevistas em profundidade no município de Belo Horizonte-MG com indivíduos unidos, com e sem filhos, estratificados por escolaridade e Índice de Qualidade de Vida Urbana do local de residência. O suporte instrumental e a perspectiva normativa dos papéis sociais foram os principais mecanismos observados. No que tange aos agentes reguladores, a atuação das sogras e a religião mostraram-se especialmente relevantes para a adoção de hábitos mais saudáveis.


No Brasil, pouco se sabe sobre como e em que medida as uniões e o nascimento dos filhos estão associados à saúde masculina ou vice-versa. O presente artigo visa identificar mecanismos pelos quais os eventos ligados à formação de família atuam na transformação ou manutenção de comportamentos de saúde (alimentação, consumo excessivo de bebida alcoólica, tabagismo e direção perigosa) de homens de 25 a 39 anos, além de identificar agentes de regulação e controle na saúde desses homens. Foram realizadas 20 entrevistas em profundidade no município de Belo Horizonte-MG com indivíduos unidos, com e sem filhos, estratificados por escolaridade e Índice de Qualidade de Vida Urbana do local de residência. O suporte instrumental e a perspectiva normativa dos papéis sociais foram os principais mecanismos observados. No que tange aos agentes reguladores, a atuação das sogras e a religião mostraram-se especialmente relevantes para a adoção de hábitos mais saudáveis.

https://doi.org/10.31406/relap2022.v16.e202215
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Derechos de autor 2021 Bruna Daniele Ribeiro Firmino, Raquel Zanatta Coutinho, Ana Paula de Andrade Verona

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